domingo, 26 de agosto de 2007
"Ascending and Descending" (1960) - Escher
“Drawing hands” (1948) - Escher
Mauritus Cornelis Escher, nasceu em Leeuwarden na Holanda em 1898, faleceu em 1970 e dedicou toda a sua vida às artes gráficas. Na sua juventude não foi um aluno brilhante, nem sequer manifestava grande interesse pelos estudos, mas os seus pais conseguiram convencê-lo a ingressar na Escola de Belas Artes de Haarlem para estudar arquitectura. Foi lá que conheceu o seu mestre, um professor de Artes Gráficas judeu de origem portuguesa, chamado Jesserum de Mesquita.
Com o professor Mesquita, Escher aprendeu muito, conheceu as técnicas de desenho e deixou-se fascinar pela arte da gravura. Este fascínio foi tão forte que levou Mauritus a abandonar a Arquitectura e a seguir as Artes Gráficas. Quando terminou os seus estudos, Escher decide viajar, conhecer o mundo! Passou por Espanha, Itália e fixou-se em Roma, onde se dedicou ao trabalho Gráfico. Mais tarde, por razões políticas muda-se para a Suíça, posteriormente para a Bélgica e em 1941 regressa ao seu país natal.
Estas passagens por diferentes sítios, por diferentes culturas, inspiraram a mente de Escher, nomeadamente a passagem por Alhambra, em Granada, onde conheceu os azulejos mouros. Este contacto com a arte árabe está na base do interesse e da paixão de Escher pela divisão regular do plano em figuras geométricas que se transfiguram, se repetem e reflectem, pelas pavimentações. Porém, no preenchimento de superfícies, Escher substituía as figuras abstracto-geométricas, usadas pelos árabes, por figuras concretas, perceptíveis e existentes na natureza, como pássaros, peixes, pessoas, répteis, etc.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Coisa de maluco!
Tem coisas que nem Pitágoras explicaria. Aí vai uma delas... Pegue uma
calculadora pq não dá pra fazer de cabeça...
1- Digite os 4 primeiros algarismos de seu telefone (não vale
número de
celular);
2- multiplique por 80.
3- some 1.
4- multiplique por 250.
5- some com os 4 últimos algarismos do mesmo telefone.
6- some com os 4 últimos algarismos do mesmo telefone de novo.
7- diminua 250
8- divida por 2. Reconhece o resultado???
É O NÚMERO COMPLETO DE SEU TELEFONE
Para essa eu tiro o chapéu...
Um sonho é para ser realizado, e o seu esta cada vez mais maduro.
Tenha atitudes positivas: a noite você sonha, de dia realize.
Eleve seu pensamento a Deus diariamente e agradeça tudo que conquistar.
Por favor, não se compare com ninguém.
Entenda de uma vez por todas que você e único.
Lance seu desafio ao Universo e diga:
Agora e a minha vez!
Sua determinação e do tamanho da sua necessidade.
Uma estrada só se vence quando se da o primeiro passo e sem olhar para
a distancia.
As boas novas se conquistam com pequenos gestos.
Faca de cada dia, um novo dia de vitoria.
Esqueça o passado, perdoe!
Liberte-se de qualquer amarra que possa te segurar no cais da tristeza.
Insista mais um pouco, de mais um passo.
Cuide de seus pensamentos e suas palavras.
Use tudo com bom senso.
Invista na sua paz, diga não quando precisar.
Dedique alguns minutos para cuidar de você diariamente.
Apaixone-se por tudo o que for fazer. Compre a ideia. Vista a camisa.
quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Na noite do dia 9/11/1938, o ministro da propaganda alemão, Joseph Goebbels, preparou um ataque às propriedades de judeus em toda a Alemanha, como castigo pela morte de um diplomata alemão, praticada por um judeu contra a deportação de seus pais para a Polônia. Os estilhaços de vidro das janelas de 7.500 casas e lojas de judeus deram a este evento o nome em alemão de "Kristallnacht" ou "A Noite do Vidro Quebrado".
No dia 3 deste mês, na maior parte das aldeias e vilarejos da Faixa de Gaza e Cisjordânia, milhares de lares, escolas e lojas palestinos tiveram suas janelas e vitrines estilhaçadas por causa do impacto dos foguetes e granadas de Israel. Cerca de 600 crianças escaparam milagrosamente da morte naquele dia, quando a escola foi atingida minutos após ter sido evacuada. Milhares de outras crianças esconderam-se em suas casas.
Desde aquele dia, os bombardeios não pararam mais e mísseis, granadas e bombas têm atingido as crianças com frequência. As casas são sistematicamente alvejadas pelas armas israelenses de fabricação americana, seus moradores transformados em sem-teto e suas crianças assassinadas.
Portanto, quantas crianças você matou hoje, sr. Sharon? As crianças da Palestina tornaram-se vítimas da impotência árabe e da subserviência americana à lógica israelense. Será que importa se o presidente George W. Bush pediu ou não ao primeiro-ministro Ariel Sharon para não matar o presidente palestino, Yasser Arafat , porque ele deu sinal verde para matar as crianças palestinas? É como um monstro perguntando para a mãe qual dos filhos deve ser devorado primeiro.
Os Estados Unidos não estavam provando sua neutralidade ao pedir que Sharon poupasse a vida de Arafat e a de sua Autoridade Palestina. Na verdade, os Estados Unidos são cúmplices do terrorismo israelense contra civis inocentes, homens, mulheres e crianças palestinos. As duas últimas semanas demonstraram - ainda que tal prova fosse necessária - que Israel e Washington estão agindo em parceria. Há uma grande diferença entre a meia neutralidade de Bush e de sua administração adotada antes dos ataques de 11 de setembro e a atual posição de total apoio a Sharon e suas ações.
A administração Bush está irritada com os árabes por não apoiarem sua "guerra contra o terror". Portanto, Bush precisa do Congresso e assim tem que prostrar-se a Israel. Mas, porque as crianças palestinas devem ser o preço a ser pago? Por que a administração americana está lançando todo seu peso em apoio ao terror israelense sem ao menos apresentar a desculpa de uma iniciativa de paz baseada nas resoluções da ONU? Palavras vãs sobre um estado palestino não bastam. Os americanos foram muito longe ao apoiar a humilhação deliberada de Arafat por Israel.
O líder palestino está sob prisão domiciliar; ele não pode se mover entre as cidades da Palestina, e muito menos deixar o país. Israel cancelou toda a agenda de Arafat, deixando-o "livre" para combater a oposição palestina.
Esta política - que também tem sido apoiada pela União Européia - não levará à submissão; pelo contrário, só a mais resistência. Matará qualquer oportunidade de entendimento e abrirá o caminho para o extremismo. Em resumo, esta política coloca os Estados Unidos e o ocidente no bolso de Sharon que não quer a paz em absoluto. E nem foi o gênio de Sharon nem a eterna inimizade entre ocidente e oriente que nos levou a esta confusão. Foi por causa do desempenho exremamente pobre de nossa parte - associado ao apoio americano e ocidental ao terrorismo de estado.
O que é esta nova definição de terrorismo que está surgindo entre nós sem que a tivéssemos percebido? Por muitas razões, a administração americana abriu os portões para todos os países participarem da "guerra contra o terror", declarada logo após os ataques de 11 de setembro. Israel ficou excluída de se integrar a esta nova coalizão enquanto os países árabes eram convidados a se juntar a ela. Nenhum país ou organização árabe foi tido como parte hostil. Washington descreveu o terror que ele queria combater como "internacional" - ou seja, atos violentos que atingem países não diretamente envolvidos em conflitos. Isto significava que os movimentos de libertação nacional tinham o direito de resistir enquanto eles não atingissem outras partes.
Esperava-se que esta definição agradasse aos árabes. No entanto, os regimes árabes em lugar de aceitá-la e adotar medidas práticas, insistiram numa definição clara, formalmente aceita a nível internacional. Alguns regimes árabes queriam limitar a definição de terrorismo para que não viesse a criar no futuro situações que pudessem minar seus próprios interesses e ações. Outros regimes árabes estavam interessados em acusar as nações ocidentais de terem dado abrigo a dissidentes políticos acusados de apoiarem o terrorismo.
A agitação oficial árabe, associada à tradicional hostilidade a Washington por parte da opinião pública árabe, e, finalmente a série de bombas suicidas que atingiram civis israelenses, levaram Washington a mudar seu conceito de terrorismo. Agora, terrorismo tornou-se qualquer ato que leve à morte de civis, apesar de sua motivação política.
Esta nova definição se encaixou em Israel - principalmente se a resistência palestina continuar em seus esforços de atingir soldados e colonos israelenses. Ao mesmo tempo, Israel foi absolvido de sua responsabilidade pela morte de civis e crianças inocentes, como temos visto desde 3 de dezembro. - quando Washington começou a apoiar o terrorismo de estado.
Tal política - tal definição - abre a possibilidade para que outros regimes opressivos cometam abusos contra suas respectivas populações e cuja resistência possa ser descrita como terrorismo.
Desde 11 de setembro, muitos países - como a Rússia, Turquia, Filipinas e outros - vêm tentando enquadrar suas minorias oprimidas como terroristas e pedindo a Washington que tolere suas medidas repressivas contra tais minorias como um preço para se aliarem à coalizão anti-terror. As leis foram mudadas e as liberdades civis reduzidas na Europa, e acordos feitos entre nações democráticas e menos democráticas às custas dos dissidentes. A porta agora está escancarada para os regimes repressivos oprimirem os dissidentes e as minorias, sob o pretexto do terrorismo.
Existem outras razões para a precipitação contra os árabes: o desejo de vingança pela satisfação árabe com a destruição do dia 11 de setembro. Washington exagerou a importância da al-Qaeda e do Taleban para que a vitória sobre eles fosse percebida como uma grande conquista - ou para justificar a demora nessa vitória. Mas o balão Taleban esvaziou em tempo recorde e Washington teve sua vitória sobre este "adversário fantástico". Aqueles que depositaram suas esperanças no Taleban então receberam um golpe moral esmagador que se soma ao da guerra de junho de 1967 e da derrota do Iraque em 1991. O perigo em tudo isto é a possibilidade de que Washington (com o estímulo israelense) possa acreditar que vitórias semelhantes contra os países árabes possa ser alcançada tão facilmente quanto a do Afeganistão.
Agora está claro que a definição de terrorismo se estende àqueles países que abrigam ou ajudam terroristas. Obviamente que não será à Inglaterra, à Espanha, à Irlanda, à Alemanha ou mesmo à América (com todos os terroristas locais) que a definição se refere, e sim aos países árabes que já estão na lista americana de terroristas acrescida de outros que convenientemente possam vir a fazer parte, de acordo com a oportunidade.
A Autoridade Palestina, por exemplo, não faz parte desta lista, mas transformou-se na primeira vítima desta nova política. A AP está sendo obrigada a aceitar esta nova política. Todos os países árabes estão abertos para o mesmo destino se eles inconsequentemente decidirem não cumprir com as exigências desta nova política americana - e receberão o mesmo nível de apoio (ou seja, nenhum) da irmã dos países árabes e da comunidade internacional, da mesma forma que os palestinos estão recebendo hoje.
Foi isto o que aqueles que aplaudiram o Taleban e a al-Qaeda fizeram a nós e a eles próprios. Foi a isto que a fracassada política árabe nos levou.
Abdeljabbar Adwan é um analista palestino que escreveu este artigo para o The Daily Star
Abrão Lowenthal
60 anos após a Noite de Cristal
Sessenta anos se passaram e muito poucas foram as reflexões de caráter político-histórico, religioso e humanitário.
A noite de Cristal, dos vidros quebrados, do incêndio das Sinagogas, da destruição dos lares e instalações comerciais judaicas, da matança indiscriminada, da perseguição desenfreada, das prisões arbitrárias, do ódio racial e religioso solto pelas ruas das cidades e povoados alemães, não atingiu apenas aos judeus alemães, mas açambarcou toda a Europa e o Judaísmo mundial.
É preciso situar o fato dentro de um contexto histórico e político e não ficar dizendo que tudo aconteceu porque os judeus alemães estavam assimilados e diziam ser alemães judeus. Esta grande inverdade não explica nem justifica, apenas divide e confunde.
Hoje nós somos brasileiros judeus e nada disso justificaria um genocídio.
Existiam na época somente 350.000 judeus em toda a Alemanha, à procura de vistos para qualquer lugar do mundo por mais longínquo e inóspito que fosse.
Sem dinheiro para pagar os "afidavits" exigidos pelos Estados Unidos ou os vistos capitalistas do Governo Vargas, faziam filas diante dos Consulados de países estrangeiros e estavam totalmente isolados num país com censura total.
Cumpre notar que na Berlim da época existiam 14 sinagogas, uma com 4.000 lugares e duas Yeshivot e mestres de filosofia e pensamento judaico do gabarito de um Martin Buber.
A B’nai B’rith Européia, dirigida pelo saudoso e conhecidíssimo Rabino Léo Baeck não poupou esforços para informar ao mundo o que acontecia.
Aliás, cabe lembrar que a noite de Cristal aconteceu após a Anexação da Áustria e o assassinato do seu chanceler "Dolfuns", após a decretação das Leis Raciais na Itália por Mussolini, num momento em que centenas de milhares de judeus alemães tentavam atravessar os Alpes para se salvar.
A B’nai B’rith brasileira fundada pelo Dr. Lorch em 1931 e praticamente dissolvida pelo Governo Vargas, se manteve unida e tentou salvar 600 crianças judias alemães, o que na última hora foi impedido pelo Governo Brasileiro.
O mundo sabia, e silenciou, praticamente permitiu, deu o seu aval.
A encíclica pedida por Edith Stein (agora canonizada) ao Papa Pio XI para que condenasse o nazismo e a perseguição anti-semita e posicionasse a Igreja Católica claramente diante dos acontecimentos foi atendida e custou a vida do próprio Papa.
A referida encíclica teria vindo à luz justamente com o intuito de evitar a Noite de Cristal que já vinha sendo preparada há tempo e esperava apenas por algo que servisse de estopim, o que aconteceu com o assassinato de um funcionário na Embaixada Alemã em Paris, por um jovem judeu desesperado pelo fato de os pais poloneses que moravam na Alemanha terem sido deportados para a fronteira e estarem morrendo à mingua, como expulsos da Alemanha e não aceitos pela Polônia, destino este compartilhado por centenas de outras famílias judaicas.
Esta encíclica engavetada por Pio XII está vindo à luz agora em língua portuguesa numa publicação da Editora Vozes com o título "A Encíclica Escondida do Pio XI - Uma oportunidade perdida pela Igreja diante do anti-semitismo".
Na contracapa do referido livro encontramos o seguinte:
"Em junho de 1938, o Papa Pio XI encomenda a três jesuítas - um americano, um alemão e um francês - o projeto de uma encíclica destinada a denunciar o racismo e o anti-semitismo. Entregue em Roma, no final de setembro do mesmo ano, esse documento não chegou a ser publicado, nem utilizado.
Morre Pio XI em fevereiro de 1939.
O Cardeal Pacelli sucede-lhe com o nome de Pio XII e o Vaticano fica calado no momento em que se prepara o extermínio dos judeus na Europa".
Ao visitar recentemente o cemitério judaico de Berlim, junto com meu marido, testemunha ocular, como garoto da trágica Noite de Cristal em 10 de novembro de 1938, e ao ver as fileiras de túmulos com esta data, de todas as faixas etárias, mas principalmente de jovens, jurei a mim mesma que algo faria para resgatar a história e a imagem tão deturpada do judaísmo alemão.
Para que isto não se repita é preciso valorizar a Vida e o ser humano como indivíduo, é preciso lutar pela democracia, pelo direito de falar, de discordar, de atuar.
Mais do que nunca é necessário ser capaz de cumprir com as premissas e diretrizes judaicas, de um mundo Universal, atuando em prol da defessa dos Direitos Humanos de todos, independentemente de raça, cor, religião, etnia ou nacionalidade, sem restrição de idade, sexo ou posicionamentos, o direito à educação, à alimentação, à saúde física e mental, o direito a uma vida digna, decente e dignificante.
É preciso ter a coragem de enfrentar as doutrinas espúrias da superioridade, do preconceito, da intolerância, da pureza do sangue, e das novas nomenclaturas que surgem disfarçadas pelo poder da comunicação e do progresso, como socializantes, científicas e proféticas utilizando o campo fértil da Internet para envolver mentes despreparadas de jovens ávidos por novidades e profundos desconhecedores da História e do passado recente.
Este é o desafio do nosso tempo e somente uma Comunidade Unida será capaz de enfrentá-lo agora, para não ter que se lastimar depois.
http://www.riototal.com.br/comunidade-judaica/juda6c1.htm
BOA SEMANA A TODOS!
Eu e minha amigona Goreti
Amo demaisssssssssss
A primavera está chegando!
Mais um aniversário
MEU ANIVERSÁRIO
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