
Aves
desta canção astral
súbitas como sonhos
ou clarões
rompendo das estrelas,
levai-nos
do chão onde as cidades
podres nos poluem
ao céu deserto
e puro:
naves,
ao incerto mar
da eternidade.
Carlos de Oliveira, (1921-1980)
Quando pensamos que tudo está perdido, eis que aparece uma luz no fim do túnel!Quando penso na vida, penso primeiramente na força divina da natureza1